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De um modo geral, a hospitalização no domicílio consiste em permitir ao doente hospitalizado o seu regresso a casa, sempre que as condições médicas e sociais forem as adequadas, de modo a ter uma recuperação mais rápida no seu ambiente familiar.
Em caso de doentes terminais, também temos equipas preparadas para ajudar os doentes e/ou as suas famílias a morrer em casa.
Durante séculos, a maioria das pessoas morria em casa. A morte era encarada como um acontecimento social, que envolvia, não só a família, como também toda a comunidade mais próxima. Feito para curar, o hospital não consegue dar resposta aos doentes em fase terminal.
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Morrer em instituições constitui um momento solitário, pouco humanizante e demasiado triste.
Procurámos criar soluções alternativas para estas situações:
• Prestação de cuidados mais diferenciados no domicílio do cliente, geralmente após alta hospitalar, numa óptica de cuidados continuados.
• Vigilância e acompanhamento por enfermeiros de pessoas convalescentes ou doentes terminais.
Há alturas em que a ciência médica nada mais tem para oferecer.
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